quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Desde cedo, desde que me lembre aliás, sempre que se fala em desejos e votos e coisas bonitas que se dizem às outras pessoas, se ouve: "e saúde, acima de tudo saúde que é o mais importante". Eu confesso que quando ouvia isto há uns anos atrás me fazia impressão! Saúde... está bem que é bem precisa, mas a pessoa tem é de ser feliz, ora! Pois, mas hoje sei que não é bem assim, é muito mais do que isso. Hoje, sei que quando nos aparece um probleminha, um probleminha que não seja uma simples gripe ou constipação, mesmo que não seja um problemão, não deixa de ser um problema. E bem nos podem dizer que se resolve e que vai correr bem. O que é certo é que, apesar de não considerarem grave e de existirem outros bem piores, o problema está connosco, está ali aquela coisa que não devia aparecer, não devia estar ali, que apetece arrancar e não podemos...

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Chocolate...


Talvez não seja dos temas mais interessantes, mas tenho de dizer isto: não acho nada, nada bem (nem justo!!) que só por comer um bocadinho, um bocadinho simpático, de Milka nasçam logo aquelas coisas horrendas, vermelhas, nojentas e proeminentes na cara!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Pijamas...

Não consigo perceber como é que a maioria das pessoas gosta tanto de andar de pijama em casa, durante todo o dia, principalmente ao fim-de-semana. É confortável e tal e dá para ficar no sofá a ver filmes toda a tarde ou a dormitar ou estar a fazer outras coisas pachorrentas em casa. Mas a mim dá-me tal ronha, tal preguicite aguda que não apetece fazer nada de jeito e me faz ficar aborrecida. Depois, dá-me vontade de fazer qualquer coisa produtiva (que até pode ser ver filmes, como deve ser, toda a tarde) e o corpo não coopera. Por isso, nada como tomar banhinho e vestir qualquer coisa mais compostinha, que até pode ser bem confortável (quase tão confortável como um pijama, não sendo pijama), e ficar com outra energia.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Ontem recebi uma carta! Não foi por e-mail ou sms, foi uma carta em papel real, escrita à mão como deve ser. Dá uma sensação muito diferente, engraçado. Foi bom! Não deviam cair tão em desuso...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Bahh..

Ontem lá fui eu toda contente ao shopping a seguir ao jantar. Depois de ter passado por algumas lojas, entrei no Jumbo. Até aqui nada de anormal. À saída do dito cujo, os sensores anti-roubo, ou lá que coisas são aquelas, tocaram! Bonito serviço! Claro está, ficam aqueles cuscos todos a olhar com cara de quem diz "roubaste alguma coisa fedelha!", enquanto o segurança se dirigia a mim. Pediu-me para tirar o casaco e a mala e voltar a passar pelos sensores e nada, passa só o casaco e nada, passa a mala e apitaram! Lá tirei a carteira e os telemóveis, continuaram a apitar. O que era afinal?! O Caim!! Já tinha comprado o livro há umas semanas e esqueceram-se de tirar um selo de segurança! Humpf, parolos! Só apetecia dizer "estão a ver? não roubei nada! cuscos de uma figa!".

domingo, 8 de novembro de 2009

Santa inocência

Há uns dias, em conversa, lembrei-me da santa inocência da personagem Sosquinha. Pois bem, grande parte das pessoas já acreditou no Pai Natal e que ele deixava as prendinhas junto da árvore e tal... vá, até aos quatro, cinco, seis, sete anos? Com a Sosquinha foi ligeiramente diferente. Deixando-me eu de rodeios, a Sosquinha acreditou que o Pai Natal deixava as prendinhas junto da árvore de Natal, na noite de 24 para 25 de Dezembro, até aos onze anos! É verdade! E por muito que os coleguinhas de turma dissessem que tal pessoa de barbas brancas não existia, a Sosquinha batia o pé e insistia naquilo que acreditava. Até porque tinha provas! A prova era um autógrafo do próprio numa folha que ela tinha deixado numa noite de Natal. Na altura achou engraçada a assinatura do Pai Natal porque a letra era miudinha, parecida com a do pai. Só achou estranho, num ano, ter pedido secretamente ao Pai Natal (já que os pais não achavam lá muita graça a ideia) um cãozinho bebé e ele nunca o ter dado.
Enfim, os anos passaram e quando tinha 11 anos, numa época qualquer do ano, a mãe lá se descaiu ao dizer que tal peça de roupa da irmã tinha sido comprada em tal sítio. A tal peça de roupa supostamente tinha sido dada pelo Pai Natal e foi assim que a Sosquinha se apercebeu da infeliz realidade! Santa inocência Sosquinha!
E, já agora, a Sosquinha nunca acreditou em cegonhas! Claro que não há cegonhas que vêm cá com bebés no bico! Ora essa! Como é que os bebés vão parar à barriga das mães?! Então, primeiro o casal casa e, só depois, se quiserem e pedirem muito, a Deus por exemplo, o bebé começa a nascer na barriga da mãe. Por isso mesmo, achava uma estupidez, quando via telenovelas, ver mulheres solteiras grávidas! Estranhamente, sempre que fazia esta observação em voz alta, nenhum dos presentes abria bico. Não é suposto as telenovelas representarem a realidade?
Ironicamente, hoje não acho piada a casamentos nem a "peditórios religiosos"...

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Jet Set

No Domingo passado fui ao lançamento de um livro, cuja autora é muito conhecida pelo seu blogue, o qual costumo ir visitar frequentemente. Gostei de ter ido, de a conhecer pessoalmente e de relacionar a cara com o blogue... Mas, fiquei um tanto desiludida. Desiludida porque, pelo que leio dela, ela parece-me uma pessoa divertida e acessível, mas no Domingo não me pareceu assim tanto. Pareceu-me uma pessoa "jet set", tipo "não me toques que me desafinas", ou "eu sou alguém com alguma importância" e não tão acessível como julgava. Fiquei desapontada...
Apesar disso, fiquei encantada com o que lá se passou! Não é que o namorado faz um belo discurso, depois da apresentação do livro, ajoelha-se, abre a caixa de um anel e a pede em casamento?! Ela emocionou-se, aceitou e houve palmas! As lágrimas vieram-me aos olhos, achei lindo e não gosto nada de casamentos! Às vezes acontecem assim umas coisas...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

By Sérgio Valente ... finalmente!!

"Impeles-me a escrita num exercício quase inumano, nas palavras, um fragmento de mim que se liberta em comunhão com as frases, nelas a presença constante de um sentir só. Nunca soube escrever a razão, assim como não sei o sentir sem escrever, em cada gesto, numa grafia descuidada, o espelho que se fixa ao passado desconcertante e que desafia o futuro. As palavras são a assimétrica forma vigente do meu ser, o vislumbre de um paraíso fantasioso que se formou em mim.

Reescreveria todas as palavras de todas as histórias escritas debaixo da minha pele, onde a oxidação não destrói o tempo, o momento que se extingue no imediato despertar de uma aurora esquecida. De quantas formas se escreve o vazio? Procuro as palavras em vão, são elas que me encontram a mim… "

Sérgio Valente


Boa Valente! Finalmente algo teu!
Ele escreve que é uma maravilha! Espero pelo próximo!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro

O mundo roda e tudo muda sem parar
Mas uma coisa permanece igual
A qualidade e o preço baixo
O Pingo Doce
E o nosso amor por Portugal...

Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro
O preço é sempre baixo
Na loja toda, o ano inteiro
Tudo aqui é bem melhor
Tem de tudo mais fresquinho
Tudo aqui tem mais sabor
Tudo é feito com carinho
E o preço é baixo o ano todo, na loja inteira
Alegre qualidade
A poupança verdadeira
Por ser no Pingo Doce toda a diferença faz
Aqui no Pingo Doce o seu dinheiro vale mais
Vale mais!

Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro
O preço é sempre baixo
Na loja toda, o ano inteiro
(Bis)

Mais uma ideia criativa! Quem não gosta desta letra, da música, da voz que a canta...ahm?! Ah pois, tudo do mais fresquinho! Só falta, de facto, ir ao Pingo Doce e encontrar aqueles sorrisos todos de quem lá trabalha e que tanto aparecem no anúncio.
Oh jovens, escusavam de se incomodar tanto com a publicidade! A sério! É que não vai ser por uma música ridícula e esganiçada que vou passar a ir mais ao Pingo Doce.


Mas, vamos lá perceber melhor a coisa:
  • O anúncio foi realizado pela agência de publicidade brasileira Duda Propaganda;
  • O anúncio tem 1 minuto e 33 segundos;
  • O anúncio é emitido desde o dia 7 de Outubro;
  • Este anúncio é apenas o primeiro de 19 filmes publicitários;
  • No dia seguinte à primeira emissão do anúncio foi criado um grupo no facebook ("Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda") com 650 membros no mesmo dia (actualmente com mais de 2.200 membros);

"Duda desvaloriza o ‘buzz' generalizado nos novos media, assinalando o facto de, "provavelmente, estar a ser mobilizada por um público mais jovem que nem sei se é consumidor do Pingo Doce. Quem gosta da campanha não fica falando na Internet que gostou, vai à loja e faz as compras", afirmou."