terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O tal

Há uma certa tendência para procurarmos o tal da nossa vida, especialmente nós, as mulheres, embora me cheire que no caso dos homens não deve ser assim tão diferente, pelo menos a partir de certa altura da vida. Ou talvez a maioria de nós já pensou ou pensa que determinada pessoa era o/a tal. Não sei bem se fui a tal para algum dos especiais que fizeram parte da minha vida até hoje (e relembro-os com muito carinho). Eu acuso-me, já o pensei e já o disse a uma ou outra pessoa importante para mim em tempos. Também me acuso de o ter dito sem sentir ser verdade, coisa que espero não voltar a fazer, embora a frase do tipo “nunca vou amar alguém como amo a ti” nunca tenha saltado de mim (e ainda bem!). Por muito boa que seja a intenção ou mesmo a convicção, e acredito que esteja lá na maioria das vezes, não deixa de soar a mera promessa resultante de emoções ou a compromisso falível com projecções para o futuro. A verdade é que quando muito, podemos falar do presente. Em relação ao futuro, talvez quando tiver muitas ruguinhas e cabelos brancos ou uma vida cheia de experiência, possa chegar à conclusão que de facto, a pessoa que envelheceu comigo era e é o meu tal, ou então que o tal era aquele que lá ficou para trás no tempo (espero que não). E é então nessa altura, aí sim, que ouvir “foste a mulher da minha vida” aquece realmente o coração.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Depois destas duas grandes festas, Natal e Passagem de Ano, fui "contaminada" por uma série de emoções e de forma inesperada. Inesperada porque não é costume estas festas mexerem muito comigo e chego a ser um bocado indiferente especialmente com a Passagem de Ano. É daquelas festas que parece que qualquer um tem de sair ou tem de ter forma de se divertir. É uma espécie de diversão obrigatória e caso alguém decida lutar contra a maré e fazer desta noite uma noite como outra qualquer, arrisca-se a sentir-se culpado pela decisão ou ficar com pena por não ter ido aqui ou acolá com os amigos, especialmente quando contam o quão hilariante foi (mesmo que não tenha sido, porque há sempre a tendência para um certo orgulho e dizer que foi muito divertida quando as vezes não foi assim tanto).
A verdade é que não sou de fazer balanços sobre o ano passado e listar os objectivos para o próximo. Mas este ano lá me deu a travadinha e a minha cabeça la deu as suas voltas. Por isso, se as próximas publicações forem ligeiramente diferentes das habituais, não é para admirar.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Balanço da chocolatada

A publicação deu frutos e das proibições só constou um Pai Natal de chocolate! Mas, já que foi a minha querida mamã que ofereceu, lá aceitei com agrado! Valeu a pena!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Estamos na época


Eu sei que o tema está mais que batido e todos os anos, por esta altura, penso o mesmo, mas não posso deixar de fazer este desabafo!
Estou fartinha, pelos cabelinhos com as compras de Natal! As pessoas não se comportam nem se contêm! Ele é:

- encontrões por todo o lado
- falar alto
- Mariazinhas a darem opiniões sem ninguém ter pedido nada
- caixas de tudo e mais alguma coisa violadas por curiosos impulsivos
- discussões de casais em ringues improvisados
- filas intermináveis
- promotoras em qualquer lado com as famosas perguntas do "posso ajudar?" ou "precisa de ajuda?" ou a descarga das vantagens que o produto apresenta
- cheiro a catinga (não lavam a sovacada ou não sei o que se passa...)
- guardarem uma mesa para 4 pessoas com uma que nem sequer está a comer
...
Na estrada então nem se fala...

Há mais não há? Eu sei que há!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010


Não dá! Eu detesto o Malato! Acho ridículo e sem piadinha nenhuma! Pronto, está dito!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Chocolatada de Natal

Ora bem, para evitar decepções e para eu dar pulos: "muito obrigadadinha!", aqui vão as sugestões e as proibições:

Sugestões:




Proibições:







É só para evitar desilusões e afins...sim?

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

(1) Das coisas que detesto enquanto desempregada...


- Anúncios com mínimo de anos de experiência
- Anúncios com factor eliminatório/preferencial de zona de residência
- Anúncios que pedem viatura própria
- As pessoas que estão sempre a perguntar por novidades (especialmente os coleguinhas de curso; e não é porque se importam)
- O facto de "toda a gente" achar que percebe mais de arranjar emprego do que nós, mesmo que não sejam da área

terça-feira, 8 de junho de 2010

No trabalho...



E eu confirmo! Meios, sejam eles quais forem, durante um tempo significativo e só com mulheres, é complicado. E não é pouco! É que não há hipótese de não haver coscuvilhice e nhe nhe nhe's! Porque aquela fez isto e não fez aquilo, porque eu fiz mais do que ela, porque ela me fez e eu faço-lhe também, porque ela é estúpida e tem a mania, porque ela pensa que tem estilo e não tem nada, porque faz isto e aquilo mal...
Ou então...
Oh! Estás tão linda (tão pirosa)! E nhe nhe nhe...
Fala daquela com esta e com aquela desta... Rainhas do perfeccionismo porque se comparam entre si, ficam com a mania que são muito organizadinhas e são umas verdadeiras máquinas!
Quando aparece um pilau ambulante... complicado! É que pode ser do mais rasca, do mais reles, do mais nhoc nhoc que amolecem, ficam simpáticas, todas sorrisos e é só oleosidade!

Quando trabalham pilaus à mistura a coisa abranda. Fica tudo menos complicado, sem stress e boa disposição!

Mas, também desconfio que onde há só homens... a coisa também não deve ser lá muito famosa...

Eu espero não ficar assim, um dia...